Setembro 30 2009

                                                                                                                                         Outubro de 2009

B
OLETÍM CULTURAL CATINA MUNDI
Casa México-Aljuriça-Portugal
            
Para las niñas y  niños de Portugal, México, Costa Rica y Hispanoamérica es esta publicación mensual…
…”O amor, a amizade e a religião são as raízes mais fortes do ser humano”…(Diderot)
( ARTE, LITERATURA, FILOSOFIA, CIÊNCIA, HISTÓRIA )
                          
PUBLICAÇÃO  MENSAL,em  PORTUGUÊS e CASTELHANO,  QUE TEM  COMO  OBJECTIVO A PUBLICAÇÃO DE TRADUÇÕES DE TEXTOS DE AUTORES  PORTUGUESES, Castelhanos E LATINO-AMERICANOS, RESENHAS DE PUBLICAÇÕES RECENTES  E PASSADAS E NOTÍCIAS SOBRE EVENTOS CULTURAIS D’AQUÉM E D’ALÉM MAR. (GANDRASMEXICOCOSTARICA.BLOGS.SAPO.PT)
Presentación
Boletín de periocidad mensual aparece en septiembre de 2009  como fruto del amor por las letras luso-mexicanas. El objectivo esencial de Casa  México  es coadyuvar en la promoción y en la difusión de las literaturas clásica y contemporânea. Dicha publicación llegara a los cuatro rincones del mundo via air mail e Internet.
EDITORIAL
HÁ QUE SALVAR, HOJE, OS HOMENS DE AMANHÃ
As sociedades vivem rodeadas de vícios destruidores que carcomem valores morais e culturais. O nosso sistema educativo está caduco. Os  professores não têm autoridade e os seus pupilos não os respeitam. Os jovens são rebeldes, insubordinados, não sentem prazer nos estudos; a violência, a delinquência, os anúncios, as novelas, as roupas de marca, as discotecas, , os bares, os carros desportivos, a Internet, são os frutos mais apetecidos do mito juvenil.
No século XIX e começos do século XX a Literatura, a Arte e a Agricultura ocupavam mente, corpo e alma dos jovens de então. Nesses tempos idos a vida era dura , cheia de dificuldades  e sacrifícios: todas as coisas eram conseguidas com muito esforço. Nada era fácil de obter. Uns nasciam para serem senhores, outros para serem escravos e revolucionários. A igualdade de oportunidades era pura utopia, porém, em pleno século XXI continua sendo uma meta utópica porque o lugar onde se nasce marca e o meio onde se vive trava metas e sonhos…A vida é um sonho e os sonhos, sonhos são!
E como disse J. J.  Rousseau” Às árvores as endireita o cultivo e aos homens a educação”. Só a educação poderá dar direitos de igualdade e de oportunidades.
O que queremos é que o futuro seja risonho e próspero para os homens do amanhã. Para ser assim… os futuros homens têm de ser cultos, disciplinados e incorruptíveis.
 
 
 
EL 5 DE OCTUBRE DE 1910
99 años después del Día de la República Portugueza, la Casa de México señaló la fecha de este escrito del  5 de octubre 1910: "El único heredero al trono es el pueblo". En la democracia el pueblo es soberano. Portugal, todavía no está bien ...
Con la implementación de la República de Portugal  el  5 de octubre de 1910, los republicanos han adoptado como símbolo  la figura  original de esta joven  mujer que muestra sus pechos sensuales. La  Belle Epoque del siglo XIX, con su altissonância romántico ( El Romantismo fuera cultivado por Almeida Garrett, Júlio Diniz, A. Herculano, C. C. Blanco y Juan de Dios, entre otros ilustres escritores y poetas portuguezes) y sus acciones revolucionarias, dedicó un verdadero culto a la belleza femenina, luego de un romance en pantalla con una mujer dirigiendo al pueblo en busca de libertad,  de igualdad  y  de  fraternidad. El lema de la Revolución Francesa .

                                                                                                      
Visité en 1981 el  Museo del  Louvre en París, y la imagen que más recuerdo en mi memoria es la siguiente: Las dos hermanas , pintura del siglo XIX,  de la Escuela de pintura de Fontainebleau.              
 
SÓCRATES
A sua vida  continua a ser um enigma, o que não o impede de ser considerado o símbolo por excelência do filósofo. Sócrates nasceu em Atenas, filho de Sofronisco, escultor e de Fenáreta (Fenarete), de ofício parteira. Terá recebido uma educação tradicional, isto é, ginástica e música. Parece que exerceu por algum tempo o ofício de seu pai, no princípio  interessou-se pelas doutrinas físicas dos filósofos jónios. Parece certo que terá participado nas guerras do Peloponeso (431-404), como soldado hoplita (guerreiro a pé), o que correspondia a um cidadão de nível médio. Salvou Alcibíades ferido durante o cerco de Potidea (429), participou na batalha de Delion (424), na Boécia, e já com cerca de 50 anos, na de Anfipolis (421), na Trácia. Fez parte do Senado dos quinhetos, opondo-se sempre às medidas que considerava injustas. Enfrentou a morte desobedecendo a uma ordem dada pelo governo dos Trinta Tiranos
O único que comete o mal é o ignorante, aquele que conhece o bem só pode praticar o bem.(Sócrates)
O VINHO ACALMA AS PREOCUPAÇÔES
“ O vinho molha e tempera os espíritos,acalma as preocupações da mente…reaviva as nossas alegrias e é óleo para a chama da vida que se apaga. Se beber moderadamente em pequenos goles de cada vez, o vinho gotejará nos pulmões como o mais doce orvalho da manhã…Assim, então, o vinho não viola a razão, mas sim convida gentilmente a uma agradável alegria.
                     Sócrates ( 470-399 a.C.)
 
A TELEVISÃO E A INTERNET NÃO PODEM SUBSTITUIR A LEITURA NA FORMAÇÃO DOS NOSSOS FILHOS
As crianças de hoje lêem muito pouco, passam horas e horas pegadas à televisão e ao computador. Assim que chegam da escola ou do colégio, vão logo meter-se em frente da caixa mágica ou do PC, e a culpa no fim de contas é dos país, pois que a estes cabe a responsabilidade daquilo que os filhos fazem e vêem.
Antigamente, as crianças levavam poucos libros para a escola e aprendiam muito; hoje carregam rimas de libros escolares e nada aprendem. Não é a quantidade de libros que dá formação mas sim a qualidade do ensino e a boa formação dos profesores. Os jovens de hoje não sabem ler, não sabem interpetrar um texto. Até os licenciados que saem das universidades têm sérias dificuldades em compreender o que lêem. Para que os nossos filhos sejam libres e cultos torna-se indispensável que eles leiam bons libros e vejam menos novelas portuguesas e filmes americanos. O excesso de imagens mágicas e violentas despersonaliza e cria a passividade no espírito juvenil.
Há dois libros que influem muito na educação e na formação de nossos filhos: Emílio de J. J. Rousseau e A Idade de Ouro, de José Martí.
 
A América latina está a tornar-se um vulcão nuclear  com as políticas Chavistas.
As crianças latino-americanas precisam de paz, de pão e de educação; e não de aviões de guerra e bombas mortíferas.
Juan Carlos, rei dos espanhois, cometeu um erro craso em receber Hugo Chaves no Palácio de la Zarzuela.
Mario Vargas Llosa, escritor peruano, diz que o governo espanhol está sendo muito ingénuo com os risinhos traiçoeiros de Chavez. São relações perigosas já que as políticas de Chavez “ pragmáticas “são incompatíveis com a democracia.
Feijó (António Joaquim de Castro).
n.      1862. 
f.      [1917].
Bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra ; poeta, diplomata, actual ministro plenipotenciário de Portugal na Suécia, etc. 
N. em Ponte de Lima, no ano de 1862. Terminou o curso em 1883, e pouco tempo depois entrou na carreira diplomática. Em 30 de Julho de 1885 ficou aprovado no concurso de segundos oficiais e de cônsules de 1.ª classe. Por decreto de 21 de Janeiro de 1886, foi nomeado cônsul de 1.ª classe no Rio Grande do Sul, sendo, porém, depois nomeado em 4 de Junho do mesmo ano para fazer serviço temporariamente, como adido, na legação da corte do Rio de Janeiro, para onde partiu em 23 do mesmo mês, e tendo-se apresentado na referida legação a 8 de Julho, ali serviu até princípios de Novembro do mencionado ano de 1886, só então seguiu o seu posto no Rio Grande do Sul, onde chegou a 15 do referido mês de Novembro, tomando posse em seguida do respectivo consulado. 
Por decreto de 18 de Outubro de 1888 teve transferência para Pernambuco, e pelo de 22 de Agosto de 1890, foi como 2.º oficial, cônsul geral, para Estocolmo, para onde partiu a 12 de Janeiro de 1891, tomando posse a 23 de Março, continuando a exercer aquele cargo por alguns anos. Em 1900, foi como cônsul geral encarregado de negócios em Estocolmo e Copenhaga. Em Julho deste ano ausentou-se, em gozo de licença, regressando ao exercício das funções do seu cargo em Estocolmo a 20 do seguinte mês de Agosto. Por decreto de 1 de Março de 1901 foi promovido à categoria de 1.º oficial, e ausentou-se do seu posto para vir a Lisboa, em gozo de licença, a 24 de Setembro, voltando novamente para a Dinamarca e Suécia, afim de tomar posse da gerência das legações de Portugal nas referidas cortes, como enviado extraordinário e ministro plenipotenciário, a que tinha sido promovido por decreto de 20 de Junho. Tendo chegado a Copenhaga a 17 de Novembro, efeito entrega das suas respectivas credenciais, seguiu para Estocolmo onde fixou a sua residência, assumindo a gerência da legação naquela corte e 3 do seguinte mês de Dezembro. A 20 de Agosto de 1904 partiu para Lisboa com licença, que lhe fora concedida, voltando para o seu cargo em Estocolmo a 15 de Outubro, tornando a ausentar-se em gozo de nova licença a 5 do seguinte mês de Dezembro. 
O Sr. António de Castro Feijó é poeta muito apreciado. As suas principais obras são: Sarcerdos magnus, por ocasiãocomemoração do centenário de Camões; Lyricas e da bucolicas; Á janella do Occidente; Cancioneiro chinez
ARQUEOLOGIA
México: um grupo de cinquenta cegos visitou a zona arqueológica de Teotihucán,onde tocaram pedras e subiram as pirâmides.
México: um mapa antigo pintado no século XVI, clarifica a história dos povos indígenas meso-americanos.
Ilha de Pascua-Chile: Arqueólogos ingleses estão investigando os gigantes moais para decifrar o mistério das coroas vermelhas.
Israel: Arqueólogos israelitas descobriram há dias uma estrada em pedra que usavam os peregrinos judeus para se dirigirem ao Segundo Templo de Jerusalém há 2000 anos.
Macedónia: Arqueólogos macedónios encontraram nos arredores de Ohrid o esqueleto de uma jovem mulher do século V a. C. cuberto com láminas de ouro
Sítio de Pelício, Catina-Portugal
Casa  México informa que no histórico  Sítio de Pelício existira no século I a. C. um acampamento romano e uma estrada que ligava Catina a  Conímbriga . Entre as vinhas e as terras de cultivo é possível encontrar fragmentos de telha da época romana, excelentemente preservados.
 
Portugal conta com um Património Histórico que faz inveja à vizinha Espanha, a grande diferença é que o governo espanhol restaura o seu património edificado , e vive do turismo chamado cultural; o governo português não liga patavina aos seus monumentos históricos: estão todos carunchosos.
COIMBRA, a pequena Atenas, a cidade da cultura e dos estudantes, está suja e mal-cheirosa. Os jardins, os chafarizes e as ruas de Coimbra estão transbordados de romantismo, história e cultura. Daí a sapiente ideia de o iluminadissííímo presidente da Autarquia inventar o perfumado “slogan” Para Coimbra com amor. Naquele tempo… disse o rei Salomão “Onde há soberba haverá ignorância, mas onde há humildade haverá sabedoria”. Moral da história: Pelo visto e sentido, parece-me que lá para as bandas do Choupal , do Penedo da Saudade e da Praça 8 de Maio, as pandemias românticas andam atacando os espíritos ocos!… Quanto mais pobre for um país mais palhaçada, mais corrupção política existe .
Porque o mundo me empurrou/Caí na lama, e então/Tomei-lhe a cor, mas não sou/A lama que muitos são. (António Aleixo)
Livros-   Libros-   Books
Aristides de Souza Mendes- Um Justo Contra a Corrente.
A Treinta Años de Plural(1971-1976),Revista de Literatura Mexicana Fundada por Octávio Paz.
La Outra Historia de México, de Armando Aguirres.
Portuguezas co História-século XVIII, de Anabela Natário.
O Meu Livro de Política, de Jorge Sampaio.
Por Terras de Portugal e de Espanha(clássico),de Miguel de Unamuno.
Teixeira de Pascoaes(opúsculo),de Joaquim Montezuma de Carvalho.
Charneca em Flor, de Florbela Espanca
Lecturas Escojidas & Así Fue Mi Vida Andante , de Luís de Jesus (Editorial Costa Rica) Costa Rica
Carlos Alberto Montaner, Plínio Apuleyo e Alvaro Vargas Llosa, publicaram uma intessante obra sobre os saberes e afazeres dos populares licenciados hispano-americanos. Dita obra literária já foi traduzida ao português e pode ser comprada na Libraria Bertrand, em Coimbra. Título do livro em questão: Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano
Manuela de Azevedo, Jornalista e escritora, Impulsionadora da Casa-Memória de Camões  em Contância Publica Memórias
O Museu Nacional da Imprensa vai editar em Outubro próximo o volumoso livro de Memórias de Manuela de Azevedo, Directora da Casa-Memória de Camôes em Constância. No ano de 2005, Luis de Jesus oferecera a D.Manuela de Azevedo, um exemplar de “OS LUSÍADAS “em Castelhano, edição especial da Editorial Porrua-Cidade do México (1950).
 
 
 
Jorge de Sena e a sua (des)ditosa Pátria( Quem muito viu…)
Quem muito viu, sofreu, passou trabalhos, mágoas, humilhações, tristes surpresas; e foi traído, e foi roubado e foi privado em extremo da justiça justa;
E andou terras e gentes, conheceu os mundos e submundos; e viveu dentro de si o amor de ter criado;
Quem tudo leu e amou, quem tudo foi-
Não sabe nada, nem triunfar que lhe cabe
Em sorte como a todos os que vivem.
Apenas não viver lhe dava tudo.
Dêem-me,  amigos mios,  uma garrafa de água, meio pão  e muitos, muitos, muitos livros.                  ( G. Llorca )
Comodismo/Consumismo
Só devemos estender os pés com o tamanho dos lençóis. Para bom entendedor meia palavra basta.
Os jornais espanhóis dizem que a Campanha Eleitoral 2009  foi uma peixeirada, uma garrazada, una fiesta de carnival a la portugueza. E como o Partido Socialista perdeu 25 rosas vermelhas, a Assembleia da Républica vai ser palco de divertidas e cómicas garraiadas.
Segundo palavras do Presidente da República”-houve manipulação política durante a Campanha Eleitoral; e , sendo assim… A Democracia Portuguesa está em perigo de perigar.
Don  Pablo Puertas é quem vai desfrutar dos dois luxuosos submarinos( 800 milhões de €uros ) que vêm a caminho de Lisboa. Pablo Puertas como não tem direito ao incómodo subsídio da preguiça, vai aproveitar a desforra vacacional para andar fardado de marinheirozinho e fazer cruzeiros policiais pelo Rio Tejo acima à procura de emigrantes ilegais. Las mujeres gitanas de Coimbra dicen que Pablito Puertitas es racista. ! Las gitanitas de Coimbra son muy mal pensadas!... Puertitas no es atsicar.
Na década de cinquenta a grande vergonha nacional era “O Pé Descalço”. Hoje, em pleno século XXI, a grande vergonha nacional é ver prostitutas à borda das estradas nacionais e concelhias. O reeleito governo socialista terá que acabar com este costume doentio e sombrio, pela simples razão de envergonhar uma terra civilizada, um País europeu que pertence à União Europeia.
Quais serão as impressões que deixam estas cenas eróticas de estrada aos turistas que visitam Portugal? Certamente, nas suas terras de origem,  irão elogiar os nossos monumentos históricos, as cidades e as serras, as praias e os parques de campismo, a gastronomia e os vinhos, etc.,etc. Porém, contesterão o seu desgostoso desgosto por terem visto na ditosa Pátria de Camões tanta “jeune fille de la vie en culotte”.
Padeira de Penafiel: Exemplo de Honestidade
A humilde cidadã de Penafiel deu uma grande lição de honradez e civismo aos políticos capitalinos- e outros…-com o seu gesto”samaritano”. Moral da história: O seu a seu dono( 9.300.00 €). Seria bom que os que nos governam aprendessem  a sábia lição da padeira: servirem o povo e não se servirem dele( povo). Almeida Garrett gravara no papel o triste sina do Zé-Povinho do século XIX.
A MORTE DE PORTUGAL,de Miguel real
Miguel Real, escritor, professor catedrático, pensador, conferencista, articulista, ensaísta, acaba de editar um ensaio sobre as quatro figurações da História de Portugal. A Morte de Portugal é um óptimo livro para conhecer muitas estórias da nossa História. Editora da Campo das Letras.
A rainha santa Isabel, a rainha do amor, a rainha das rosas, a rainha da paz, a rainha dos pobres, sentia-se mais feliz numa cabana do que num palácio cheio de mordomias. Santa Isabel, esposa do rei Dom Diniz” O Lavrador” deu muito amor a Coimbra e muito pão aos pobres. Os livros de História Universal gravam silenciosamente os seus milagres. Mas para mal dos nossos pecados… O actual mandatário de Coimbra nunca terá a sorte milagrosa de quedar gravado nos Anais de Coimbra.
Casa  México seguirá O Festival dedicado a Miguel de CERVANTES na Cidade Colonial de GUANAJUATO-MÉXICO
Festival Internacional Cervantino 2009

GALILEO Y EL TELESCOPIO: 400 AÑOS
Guanajuato, del 14 de octubre al 1 de noviembre de 2009
Quebec y Zacatecas, INVITADOS DE HONOR
El encuentro cultural y artístico de mayor importancia y tradición en México y Latinoamérica, el Festival Internacional Cervantino te espera, en Guanajuato. Un festejo cultural que es referente de excelencia y calidad desde y hacia el mundo, en el que nuestro país es punto de lanzamiento.
Con más de 2,300 artistas, de 25 naciones, procedentes de los cinco continentes, dicho acontecimiento se realiza en octubre durante 19 días en 70 foros. El Festival ofrece un promedio anual de 450 funciones, captando alrededor de 500 mil espectadores en las ciudades de Guanajuato y León.
Estos beneficios han traspasado las fronteras del estado de Guanajuato. Las cifras, hasta 2008, indican que el FIC se ha extendido a 104 ciudades y 30 estados, con más de 1 millón 200 mil espectadores. En la última edición llegó, a través de su cobertura televisiva a más de 120 millones de televidentes, y a cerca de medio millón de consultantes en esta página.
El Festival reúne lo más destacado en ópera, música, danza, teatro, artes visuales, cine y actividades académicas, provocando que miles de personas se desplacen desde diferentes puntos de la geografía mexicana y del mundo hasta Guanajuato.
Misión
El Festival Internacional Cervantino es el festival cultural de carácter internacional más importante de México y de América Latina; tiene como propósito propiciar el diálogo de las diversas culturas del mundo, permitir el conocimiento de los procesos de la creación artística contemporánea, contribuir a la formación, actualización y perfeccionamiento de los artistas y públicos mexicanos, coadyuvar a la internacionalización de la producción artística nacional y ser detonador del desarrollo turístico de Guanajuato y México.
Visión
Hacer del Festival Internacional Cervantino un festival de las culturas del mundo, en donde converjan imaginación, memoria y creación artística.
Objetivos
Promover el desarrollo del movimiento artístico de Guanajuato y México a través del conocimiento y la confrontación de métodos, visiones y concepciones contemporáneas del quehacer artístico.
Propiciar la formación de públicos mediante el conocimiento de las manifestaciones artísticas contemporáneas.
En el marco de los programas de cooperación cultural internacional, la programación tiene el propósito de posibilitar el conocimiento profundo de los procesos culturales
Internacionalizar la creación nacional y procurar un espacio de intercambio y apertura para la proyección de las manifestaciones artísticas mexicanas en el mundo.
Mostrar en la programación del FIC el rostro de los nuevos tiempos, tiempos de cambio bajo el signo de la diversidad, el encuentro y el intercambio.
 
Poner al alcance del público y de la comunidad educativa y cultural, espectáculos de calidad y excelencia, tanto en Guanajuato como en todas las regiones del país.
Leitor: Visite a Histórica Cidade de Guanajuato, Património da Humanidade
Viva Guanajuato! Viva México!
México: um país- três culturas- Mil mundos
Passado pré-colombiano: O México é o berço da civilização ameríndia
A mulher na suissa de Henri Dunant
A mulher suissa não aspira a direitos políticos. Por isso é feliz e é libre; e o homem estima-a e respeita-a como de igual a igual. Por saber que a sua condição é igual, a mulher suissa não alimenta superstições, crendices nem preconceitos.
Foi a Suissa a primeira nação europeia que permitiu à mulher os estudos universitarios.
No ano de 1871, a Suissa já não tinha analfabetismo. Portugal, em pleno século XXI, tem analfabetismo. O Governo Central terá que mudar de linha e destinar soberbas verbas para a instrução pública: Um País sem gente preparada e educada não sai da cepa torta.
As Escolas de Artes e Ofícios continuam abertas(em Portugal estão fechadas), e o fim das escolas é o de ensinar a pescar e não dar peixe pescado…A filosofía prática é a seguinte: dar aos jovens estudantes as capacidades e os conhecimentos necessários para eles amanhã poderem ganhar o pão nosso de cada dia sem grandes dores de cabeça. Os países nórdicos copiaram os padrões escolares suissos. Portugal não copiou nadinha da sábia Suissa, por isso, anda a reboque de tudo e todos…
 
Origen de Olivenza en el Reino de León
El origen de Olivenza está ligado a la definitiva reconquista de Badajoz por el último rey de León, Alfonso IX, en la primavera del año 1230. Para recompensar la participación que los templarios a su servicio tuvieron en esa campaña, Alfonso IX les concedió los enclaves de Burguillos y Alconchel. Desde estos puntos, hacia el año 1256, la Orden creó la encomienda de Olivenza, por entonces apenas un conjunto de huertos, chozas y algunas casas surgidas alrededor de un generoso manantial. Sin embargo, durante el reinado de Alfonso X el Sabio, el Temple es forzado a desalojar Olivenza y a entregar sus tierras al Concejo y Obispado de Badajoz.
Cesión a Portugal
El equilibrio de poderes entre Portugal y la Corona de Castilla se alteró profundamente durante el reinado de Don Dinís de Portugal. Portugal y Castilla firman el Tratado de Alcañices en (1297). Mediante este tratado, Castilla cede a Portugal la entonces aldea de Olivenza.
A partir de 1297, Olivenza irá acrecentando de forma progresiva sus defensas. En 1298, Don Dinís concede una Carta Foral a Olivenza (elevándola a la categoría de villa) y manda construir las primeras murallas del pueblo. En 1488, Juan II de Portugal manda construir la Torre del Homenaje de Olivenza, la más alta del reino de Portugal. En 1510, el rey Manuel I impulsa una importante obra de ingeniería militar: un puente fortificado sobre el Guadiana para asegurar la operatividad de las tropas portuguesas en la margen izquierda, que permite comunicar Elvas y Olivenza. El puente de Ajuda tenía 380 metros de longitud y cinco y medio de anchura, 19 arcos y una gran torre defensiva central de tres pisos.
Tensiones fronterizas
Tras la época de paz en la época de unión de las coronas de Portugal y Castilla (Unión Ibérica), Olivenza entra con la Restauración de la Independencia de Portugal de 1640 en un nuevo ciclo bélico. Conquistada en 1657 por el Duque de San Germán –después de cuatro tentativas frustradas– fue devuelta a Portugal al firmarse el Tratado de Lisboa de 1668, por el que se reconoce formalmente la independencia de Portugal.
En la segunda mitad del siglo XVIII, Portugal redefine la orientación de su política militar frente a España. De una estrategia ofensiva se pasará a otra puramente defensiva. Este cambio de orientación tendrá importantes consecuencias para la villa fronteriza portuguesa de Olivenza. Todos los informes de los estrategas extranjeros que la visitan en esos años a petición de la corona portuguesa aconsejan su abandono por tres motivos:
  • La numerosa artillería, munición, equipos y hombres necesarios para mantener en estado de defensa una plaza con nueve baluartes (en comparación, Badajoz tenía ocho)
  • La interrupción logística que para el enclave suponía la voladura del Puente de Ajuda (destruido en la Guerra de Sucesión Española en 1709)
  • La comprometida situación en que se vería envuelto el ejército que pretendiera auxiliarla, con su única línea de retirada cortada por la corriente del Guadiana.
Olivenza, española
Olivenza fue ocupada de nuevo por España en 1801, durante la Guerra de las Naranjas. El gobernador portugués de entonces, Julio César Augusto Chermont, prohibió que se disparara contra las tropas de Manuel Godoy. Olivenza queda en poder de España en virtud de los tratados de Badajoz de 6 de junio y de Madrid de 29 de septiembre de 1801. De acuerdo con estos tratados, Portugal se vio obligada a reconocer la posesión por España (Su Majestad Católica conservará en calidad de conquista, para unirla perpetuamente a sus dominios y vasallos, la plaza de Olivenza, su territorio y pueblos desde el Guadiana; de suerte que este río sea el límite de sus respectivos Reinos).
A la caída del Antiguo Régimen la localidad se constituye en municipio constitucional en la región de Extremadura. Desde 1834 es cabecera y sede del Partido judicial de Olivenza.[7] En el censo de 1842 contaba con 1686 hogares y 6291 vecinos.[8]
A mediados del siglo XIX, disminuye el término del municipio porque independiza a Táliga y también a San Jorge de Alor.[9] A finales del siglo XIX crece el término del municipio porque incorpora de nuevo a San Jorge de Alor. [10]
Reclamaciones portuguesas
Detalle de un mapa de Extremadura de 1773 del cartógrafo español Tomás López de Vargas Machuca: Olivenza aparece del lado portugués.
El 1 de mayo de 1808, el príncipe regente portugués Juan (posteriormente Juan VI) publica en Río de Janeiro, entonces capital de Portugal y de Brasil, un manifiesto en el que repudia el Tratado de Badajoz.
Durante la guerra, en 1811, Olivenza fue ocupada por contingentes lusobritánicos al mando de lord Beresford. Aunque los portugueses pretendían quedarse con la plaza, a requerimiento del general Castaños, lord Wellington devolvió la ciudad a las autoridades españolas.
Terminada la guerra y vencido Napoleón se firmó el Tratado de París por el que los tratados firmados en Badajoz y en Madrid en 1801 y la Convención firmada en Lisboa en 1804, quedan anulados y sin ningún efecto, en lo que se refiere a Portugal y a Francia sin hacer referencia a los acuerdos firmados con España.
En 1815 se celebró el congreso de Viena y Portugal volvió a exigir la anulación del Tratado de Badajoz y la devolución de Olivenza, algo que finalmente se contempló en el artículo 105 del Acta Final de dicho congreso, en el que se aconseja que a través de la mediación internacional la devolución de Olivenza a Portugal, sin plantearlo como deber ineludible (Reconociendo las potencias la justicia de las reclamaciones formuladas por Su Alteza Real, el Príncipe Regente de Portugal, respecto a la ciudad de Olivenza y demás territorios cedidos a España por el Tratado de Badajoz de 1801,[...], se obligan formalmente a emplear, por medios amistosos, sus más eficaces esfuerzos a fin de procurar la retrocesión de los dichos territorios a favor de Portugal. Y las potencias declaran que en tanto cuanto de ellas dependa este arreglo se hará lo antes posible). La única potencia que hubiera podido apoyar en firme la reclamación portuguesa –Inglaterra– estaba precisamente interesada en que esta devolución nunca se llevase a cabo. La paz de Amiens (octubre de 1801) había sancionado no sólo la conquista española de Olivenza a Portugal, sino también la conquista inglesa de la isla de Trinidad a España.
Portugal se dio por satisfecha en sus exigencias al reconocerse la justicia de la reclamación planteada y España firmó igualmente el Tratado de Viena, al que había acudido como una de las potencias vencedoras –al igual que Portugal–, porque éste no comprometía la devolución aunque reconociese la justicia de las reclamaciones portuguesas.
En 1821, Portugal ocupa la Provincia Oriental, actual Uruguay desde Brasil. Este hecho provocó que se rompiesen las conversaciones sobre la devolución de Olivenza. España exigió a Portugal la devolución de la Provincia Oriental para continuarlas, pero entonces Brasil se independizó impidiendo que se cumpliesen estos acuerdos.
El artículo citado del Tratado de Viena carecía para España de fuerza legal suficiente para obligarla a que devolviera Olivenza. Sin embargo, Portugal continuó utilizando este argumento. Cuando Portugal y España decidieron en 1864 la demarcación de su frontera común, al llegar a la desembocadura del Caia en Guadiana, la Comisión Mixta de Límites se vio obligada a interrumpir sus trabajos por la negativa portuguesa a reconocer la soberanía española en el territorio de Olivenza. Dichos trabajos se reanudarían en 1926, pero por debajo de Olivenza, a partir de la desembocadura del arroyo de Cuncos en el Guadiana.
En la actualidad, Portugal no plantea abiertamente la reclamación de Olivenza, pero tampoco renuncia a su reclamación.[cita requerida]. Algunas fuentes[cita requerida] indican que "Olivença" sería uno de los territorios a los que se refiere el artículo 5-A de la Constitución de la República Portuguesa (Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.[11] ) En 1995, las autoridades portuguesas enviaron a las españolas un informe sobre el impacto que se esperaba que el proyectado Embalse de Alqueva tuviese sobre territorio español. En dicho informe no se recogían los efectos en el territorio de Olivenza. Una semana después, enviaron un nuevo informe que sí incluía a este municipio, pero con el título de «Territorio de España y de Olivenza», lo que evitaría reconocer que Olivenza sea territorio español. Las instituciones portuguesas utilizan mapas del país que no incluyen a la localidad reclamada.
Postura española
Detalle de un mapa de 1756 de Extremadura, cuando Olivenza era todavía portuguesa.
Por su parte, la postura española es según consta en la web de la Diputación Provincial de Badajoz:[12]
Olivenza es una posesión legalmente española en virtud del Artº III del Tratado de Badajoz del 6 de junio de 1801 que puso fin a la denominada Guerra de las Naranjas. Dicho tratado no ha sido positivamente anulado ni derogado por ningún otro de igual rango o naturaleza. No existe fundamento alguno de Derecho que determine para España la obligatoriedad de la devolución de Olivenza a Portugal. En el supuesto de que Portugal plantease la reclamación de Olivenza ante el Tribunal Europeo de Justicia o el Internacional de La Haya, el caso sería considerado como "no justiciable", ya que no corresponde a la ciencia jurídica examinar el fondo moral de acontecimientos históricos".
Desde la muerte del Duque de Palmela en 1840, Portugal no ha vuelto a reclamar a España ni oficial ni extraoficialmente la entrega de Olivenza. Todos los tratados suscritos entre España y Portugal con posterioridad al Congreso de Viena consagran como la primera de sus obligaciones el respeto mutuo a las fronteras establecidas. En el Artº 2 del Tratado de Amistad y Cooperación de 1977, las partes contratantes "reafirman la inviolabilidad de sus fronteras comunes y la integridad de sus territorios". La pertenencia de Portugal y España al espacio político de la Unión Europea establecido en el Tratado de Maastricht, con la consiguiente abolición de las fronteras entre los países miembros, hace del todo punto irrelevante la negativa portuguesa a reconocer formalmente en Olivenza el río Guadiana como frontera común.

La "reclamación" de Olivenza constituye una especie de tradición secular que la cancillería portuguesa mantiene de forma pasiva y en estado de latencia, en el ámbito más técnico que político de la Comisión Mixta de Límites. Mito historiográfico con hondas raíces en el subconsciente nacional portugués, a su alrededor se han articulado diversos movimientos irredentistas: Sociedade Pro-Olivença (1938),
Grupo dos Amigos de Olivença (1944) y Comité Olivença Portuguesa (1988).
Aunque todos estos grupúsculos irredentistas carecen de peso político y han fracasado en su principal objetivo - obligar a la diplomacia portuguesa a retomar de forma activa la reclamación de Olivenza frente a España - despliegan no obstante una intensa labor de propaganda falseando de forma sistemática la historia de Olivenza y escamoteando su posición geográfica. El irredentismo reduce la historia de Olivenza a una mera cronología en la cual, previamente despojados de su contexto, se incluyen los hechos y textos que favorecen sus tesis. Los que la contradicen, sencillamente, se omiten.
El portugués en Olivenza
Artículo principal:Portugués oliventino
A finales del siglo XIX los habitantes de Olivenza eran bilingües, según Leite de Vasconcelos. En las aldeas aledañas, sin embargo, utilizaban únicamente el portugués para comunicarse. En la década de 1960 las aldeas se habían convertido ya en bilingües.[13]
La ciudad fue, hasta la década de 1940, de mayoría lusohablante (portugués oliventino).[14] Sin embargo, la generación de la época empezó a enseñar a sus hijos a hablar en castellano. A principios del siglo XXI, el portugués oliventino ha desaparecido prácticamente excepto entre personas nacidas en los años cuarenta o anteriormente.
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Dice el nécio: Díos no existe,
Nadie hace el bien. Pero Díos existe e ayuda a los de buén corazón; los que caminan por los senderos de la rectitud.
publicado por luiscatina às 11:16

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