Fevereiro 02 2010

 

B
OLETÍM CULTURAL CATINA MUNDI
Casa México-Aljuriça(Portugal)
( O primeiro Boletim electrónico publicado na Freguesia de Cadima( antiga Catina romana )
            
…Para las niñas y niños de Portugal, México, Costa Rica y Hispanoamérica es esta publicación mensual…
Porque o mundo me empurrou/ Caí na lama, e então/ Tomei-lhe a cor, mas não sou/ A lama que muitos são. (A.Aleixo)
“Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso”
                                            ( Platão )        
                          
PUBLICAÇÃO MENSAL, em PORTUGUÊS e CASTELHANO, QUE TEM COMO OBJECTIVO A PUBLICAÇÃO DE TRADUÇÕES DE TEXTOS DE AUTORES PORTUGUESES, CASTELHANOS E LATINO-AMERICANOS, RESENHAS DE PUBLICAÇÕES RECENTES E PASSADAS E NOTÍCIAS SOBRE EVENTOS CULTURAIS D’AQUÉM E D’ALÉM MAR.  (GANDRASMEXICOCOSTARICA.BLOGS.SAPO.PT)
Presentación
1)            Boletín de periocidad mensual aparece en septiembre de 2009 como fruto del amor por las letras luso-mexicanas. El objectivo esencial de Casa México es coadyuvar en la promoción y en la difusión de las literaturas clásica y contemporânea.  Dicha publicación llegara a los cuatro rincones del mundo via air mail e Internet.
E
   
DITORIAL


A Agricultura
Biológica na região da Gândara/Bairrada está a crescer a par das preocupações ambientais e da tomada de consciência de que “os alimentos sem químicos dão saúde e não matam lentamente ”. Ao abusarmos de carnes e produtos hortícolas tratados quimicamente, se diariamente dermos aos nossos filhos fast food, pizzas e hamburguesas em lugar de frutas,  saladas, sopa de legumes, certamente, mais tarde ou mais cedo o corpo será o reflexo alimentação insana e tóxica.
Felizmente, nos supermercados, nos mercados semanais e nas feiras já é possível encontrar produtos, desde frutas , vegetais, ovos , compotas e doces, entre outros.
Em Cantanhede, a INOVA conta com uma parcela de terreno dedicada exclusivamente à agricultura biológica no eixo da zona industrial. A INOVA vende os produtos da terra a todos aqueles que gostam de sentir o  verdadeiro sabor dos alimentos sem químicos de laboratório.
Nas redondezas de Febres, Vilamar, e Pocariça, a Empresa Ramos Catarino é dona de algumas quintas,  quintas laboradas para  promover a agricultura biológica na região da Gândara/Bairrada.
É bom recordar que a agricultura biológica é um sistema de produção holístico que promove e melhora a saúde do ecossistema agrícolo, ao fomentar a biodiversidade, os ciclos biológicos e a actividade biológica do solo.
A agricultura biológica do século XXI não é mais que a agricultura convencional  praticada pelos nossos antepassados, com novos métodos culturais, biológicos e mecânicos.
A agricultura biológica poderá  limpar o planeta e salvar a Humanidade de morrer de fome.
 
Hortas biológicas são a nova tendência
Duas centenas de pessoas já optaram por este tipo de produção
2009-02-18
Por Marlene Moura

Produção biológica ajuda a defender o planeta

Centenas de pessoas estão a transformar as suas hortas tornando-as biológicas e mostram interesse por esse tipo de cultivo. Desde Outubro de 2008, altura em que a Fundação BioLogica, sediada na Maia, promoveu o primeiro curso «BioHorta» – criação de uma horta biológica –, muitas pessoas passaram por esta formação e estão a cultivar os seus terrenos segundo o modo de produção biológica.
O curso tem-se realizado em várias cidades do país - Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Aveiro, Sintra, Leiria, entre outras - e tem como objectivo promover a agricultura biológica em Portugal e a bio-economia. No próximo fim-de-semana, decorrerão em Santarém e em Braga e têm a duração de 12 horas. São desenvolvidos em parceria com as entidades locais.
 
Com a formação pretende-se dotar os participantes dos conhecimentos técnico-cientificos para criarem e manterem a sua horta biológica, obtendo assim produtos mais saudáveis para a sua alimentação, ao mesmo tempo que contribuem para um melhor ambiente e para uma actividade de ar livre extremamente saudável. Os alimentos cultivados são os da estação e variam segundo o gosto das pessoas.
Sofia Lobo, da Fundação BioLogica, explicou a Ciência Hoje que têm surgido vários pedidos de informação por parte do público e foi nesse contexto que surgiu o curso. "A actividade é recente em Portugal e incentivar as pessoas para a agricultura biológica é uma forma de salvaguardar e proteger o ambiente".
A população é bastante transversal, segundo Sofia Lobo, pois "não só aderem cidadãos em geral e no activo, como também produtores agrícolas, aposentados, estudantes e 80 por cento dos candidatos tem formação superior em várias áreas e podem até se tornar agentes económicos."
São cada vez mais os cidadãos que pretendem ter a sua horta-jardim, já que na agricultura biológica é conveniente ter grande diversidade de cultura em conjunto com as ervas aromáticas e condimentares, permitindo transformar os espaços verdes em bonitos e aromáticos jardins com hortícolas.
 
 
Sementes resistentes a pragas
Especialistas mexicanos recomendam substituição do trigo
2009-03-18


Substituição de trigo pode evitar redução da população mundial

Especialistas em explorações de trigo recomendam a substituição das plantações de trigo mundiais por sementes resistentes à praga conhecida por Ug99, que pode provocar a redução de dez por cento da produção mundial.

Estas considerações foram feitas num encontro de especialistas da área que contou com a presença de Norman Borlaug, distinguido com o Prémio Nobel da Paz em 1970.


Durante a iniciativa, foram debatidos os progressos científicos contra o fungo que se propagou no Quénia, Uganda, Etiópia, Sudão, República do Iémen e República Islâmica do Irão e que está a dirigir-se para a Ásia Meridional.

De acordo com Ravi Singh, do Centro Internacional para o Desenvolvimento do Milho e do Trigo, várias organizações estão a desenvolver, nos campos do México e da Síria, um programa de selecção de sementes e junção de espécies para produzir variedades resistentes a esta praga e que vão aumentar os níveis de produção.

O aumento da rentabilidade produtiva é "muito importante", considerou Singh, acrescentando que é difícil convencer os agricultores da necessidade de mudança sem ficar claro que isso vai aumentar a quantidade produzida.

Também Mike Listman, membro do Grupo Consultivo para a Investigação Agrícola Internacional, apelou aos governos para que façam um esforço no sentido de substituir as plantações de trigo.

Os investigadores acreditam que o fundo Ug99 pode chegar a outras partes do mundo, uma vez que 90 por cento das variedades de trigo não são resistentes a ela. O fungo é avermelhado e desloca-se com o vento e tem esta designação por ter aparecido no Uganda, em 1999.
 
Permacultura
A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
Foi criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 1970. O termo, cunhado na Austrália, veio de permanent agriculture, e mais tarde se estendeu para significar permanent culture. A sustentabilidade ecológica, idéia inicial, estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.
Os princípios da Permacultura vem da posição de Mollison de que "a única decisão verdadeiramente ética é cada um tomar para si a responsabilidade de sua própria existência e da de seus filhos" (Mollison, 1990). A ênfase está na aplicação criativa dos princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia. E, neste ponto encontra paralelos com a Agricultura Natural, que sendo difundida intencionalmente pelas pesquisas de Masanabu Fukuoka por todo o mundo, chegaram as mãos dos senhores fundadores da permacultura e foram por eles desenvolvidas.
Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.
A permacultura, além de ser um método para planejar sistemas de escala humana, proporciona uma forma sistêmica de se visualizar o mundo e as correlações entre todos os seus componentes. Serve, portanto, como meta-modelo para a prática da visão sistêmica, podendo ser aplicada em todas as situações necessárias, desde como estruturar o habitat humano até como resolver questões complexas do mundo empresarial.
Permacultura é a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável.
A Permacultura origina-se de uma cultura permanente do ambiente. Estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de auto-produção dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energias sustentáveis. (RICIARDI, Ju. 2008)
Pode se dizer que os três pilares da Permacultura são: Cuidado com a Terra, Cuidado com as Pessoas e Repartir os excedentes
No Brasil existe desde 2007 um Coletivo de Permacultores que tem difundido a permacultura de forma diferenciada, criando vivências permaculturais e formação em Permacultura e Bioconstrução.
 
Venha connosco à Costa Rica!
Ciência Hoje comemora o Ano Internacional
da Biodiversidade
Por Jorge Massada
É certamente um dos países do Mundo onde a biodiversidade é maior: a Costa Rica, que Milton Nascimento cantou em «Coração Civil», enaltecendo a não existência de exército (pode ler esta notícia ouvindo o tema no segundo vídeo aqui colocado). Para celebrar o Ano Internacional da Biodoversidade, Ciência Hoje organiza uma viagem precisamente à Costa Rica, dando seguimento ao turismo científico lançado em 2009 com a deslocação às Ihas Galápagos com a participação de 40 pessoas.

COMO SERÁ O MUNDO DAQUI A TRINTA ANOS ?
Nos idos anos sessenta,seis problemas vitais preocupavam os principais cérebros das Nações Unidas. Com a nova Crise Económica Internacional os problemas vitais do século XXI passaram de seis a onze: Miséria, População, Alimentação, Energia, Despesas Militares, Sistema monetário, Água, Desertificação, Narcoterrorismo, Seitas fundamentalistas, Prostituição infantil.
 
Excesso de azoto nos solos leva ao desaparecimento de espécies vegetais
2008-02-06

Uma acumulação, mesmo fraca, de depósitos de azoto na vegetação e nos solos tem como resultado o desaparecimento gradual de espécies vegetais, alerta um estudo hoje divulgado pela revista Nature.

A concentração actual desses depósitos, devida à utilização de fertilizantes azotados na agricultura e à queima de combustíveis fósseis, chega a ser sete vezes superior à que existia antes da revolução industrial, segundo investigadores norte-americanos.


No Leste e no Centro dos Estados Unidos, a concentração de azoto passou de 1 a 3 quilogramas (kg) por hectare (ha) e por ano para 7 kg/ha/ano, enquanto na Europa Central chega a atingir 17 kg/ha/ano e em partes da Holanda a 100 kg/ha/ano.

Os cientistas prevêem que o ritmo de crescimento da deposição de azoto nos solos em países asiáticos e latino-americanos em desenvolvimento venha a alcançar o dos países ricos dentro de 50 anos. Em síntese, o estudo - realizado por Christopher Clark e David Tilman, da Universidade de Minnesota (EUA) - conclui que a deposição de azoto nos ecossistemas diminui o número de espécies vegetais e modifica o funcionamento e a composição dos habitats.

Ao estudaram as concentrações de azoto em pradarias do Minnesota, os dois investigadores constataram que o número de espécies vegetais diminui mais quando a taxa de azoto ultrapassa o seu nível natural.

No local do estudo observaram que um aumento da concentração de azoto de 10 kg/ha/ano em relação ao nível natural observado nesse local, de cerca de 6 kg/ha/ano, provoca uma diminuição de 17 por cento do número de espécies vegetais. Quando a taxa sobe mais, o número de espécies diminui mas numa proporção mais fraca, reflectindo uma maior resistência das espécies sobreviventes às concentrações elevadas de azoto.

"A boa notícia" - assinalam - "é que a perda de biodiversidade não é completamente irreversível: uma experiência mostrou que dez anos depois de se ter deixado de depositar azoto, o número de plantas voltou ao seu nível anterior. Mas as diferentes espécies não ficaram tão abundantemente representadas como anteriormente".
 
A CASA ONDE TERÁ VIVIDO  CAMÕES VAI SER ABERTA AO PÚBLICO COMO CASA- MEMÓRIA LUIZ DE CAMÕES
A Câmara Municipal de Constância irá abrir ao público a Casa-Memória Luiz de Camões, a portas-meias para poupar nos custos. Um investimento que anda na casa dos 454.000 €uros.
Como em Portugal tudo anda a passo de lesma…dita casa começou a ser recuperada há cerca de vinte longos anos, e somente ficará acabada lá para finais do ano de 2010. Quanto tempo levou Camões a escrever a sua consagrada obra, que levou o nome dos portugueses a todo o mundo ?
               OS LUSÌADAS
 Poema épico (1572) de Luís de Camões, de inspiração clássica (segundo a Eneida, de Virgílio) mas de manifesto saber contemporâneo, colhido na observação, é constituído por dez cantos compostos de décimas em decassílabos heróicos, e vive de uma contradição esteticamente harmonizada entre a acção das divindades pagãs (que ajudam ou prejudicam o progresso dos Portugueses na viagem marítima para a Índia, tema do livro) e a tutela do sentimento cristão e da expansão da fé, que anima um ardor de conquista e de possessão do mundo.
Vasco da Gama é o herói, Vénus a sua deusa protectora e Baco o adversário temido - mas a «lusa gente» chega à Índia, dá «novos mundos ao mundo», e o Poeta narra este empreendimento insigne alternando a fogosidade do entusiasmo e da crença com o desengano do reconhecimento da mesquinhez humana, «mísera sorte, estranha condição».
 
Escrito com mestria narrativa exemplar, o poema representa o exercício em perfeição da língua portuguesa, moderna, dúctil e rica em complexidade expressiva e em matizes líricos de excepção.
 
Luís de Camões e a Primeira Edição d’Os Lusíadas, 1572: Uma Introdução ao CD-ROM
 
Por: K. David Jackson
    13Dedicado a Luís de Camões (1524?-1580), o número 9 da revista Portuguese Literary & Cultural Studies, da Universidade de Massachusetts Dartmouth, acompanhado por um CD-ROM, facilita aos estudiosos e leitores o acesso a quase todos os exemplares sobreviventes da primeira edição (1572) do poema épico, Os Lusíadas, que se encontra entre as obras clássicas da literatura mundial. Pela primeira vez reproduzem-se vinte e nove exemplares oriundos de bibliotecas e coleções de oito países e três continentes. Estes exemplares encontram-se agora disponíveis em CD-ROM publicado pela revista literária da Universidade de Massachusetts-Dartmouth, sendo que cada um deles pode ser consultado em forma de livro, consecutivamente, do começo ao fim. Foram igualmente consultados outros seis exemplares incluídos no estudo, embora não se encontrassem disponíveis para reprodução, constituindo assim um total de trinta e cinco exemplares consultados. Os leitores d’Os Lusíadas terão acesso a esta obra célebre na sua primeira edição. O CD-ROM tem por objetivo apoiar uma análise compreensiva da primeira edição em todas as suas variantes, servindo tanto de fonte de estudo comparado destinado a especialistas, como de fonte de apreciação para os leitores de Camões. Tem sido um ideal da crítica, sobretudo desde o século XIX, e por razões variadas, segundo os interesses de filólogos, gramáticos, editores e bibliófilos, reunir os exemplares d'Os Lusíadas que, evocando o verso camoniano, foram “espelhados pelo mundo em pedaços repartidos.”
Na primeira reprodução “photo-lithografica” de uma primeira edição de 1898, Teófilo Braga considerava a primeira edição de 1572 chave indispensável com vista à recuperação do texto autêntico do poema: “A reprodução photo-lithographica da primeira edição dos Lusíadas é uma das mais úteis e importantes contribuições para o estudo do texto puro e authentico da Epopêa de Camões.” Por ocasião do Quarto Centenário da viagem marítima à Índia, Braga mencionou a raridade da primeira edição d'Os Lusíadas e o imperativo de consultá-la de forma a se poder estabelecer o texto autêntico de uma obra que fora, ao longo dos séculos, inúmeras vezes alteradapor editores e tipógrafos:
São de extrema raridade os exemplares conhecidos d'essa edição, e quando por qualquer circumstancia apparecem no mercado ficam monopolisados pelos privilegiados da fortuna […] E' indispensavel que exista um padrão sempre accessivel da edição authentica dos Lusíadas, ao qual com facilidade se recorra nas constantes reproducções do poema camoniano […] Para o estudo de documentos litterarios d'esta ordem é sempre imperscindivel recorrer ás primeiras edições […] Felizmente a industria moderna achou meio de tornar accessiveis os exemplares unicos, e o que é consolador, o recurso de restaurar os thezouros litterarios truncados pelos accidentes do tempo […]
E que momento mais significativo para dar á luz a reproducção authentica dos Lusíadas, de que agora n'este jubileu nacional do quarto Centenario do descobrimento maritimo da India? ("Aos Camonianos" 1898)
 
VISITE, CARO LEITOR, A CASA DA CULTURA E O MUSEU DA PEDRA DO MUNICÍPIO DECANTANHEDE
 
A REPÚBLICA COMEÇOU NO PORTO
VIVA! VIVA! VIVA A REPÚBLICA
 
Chaves - Faiões quase rural quase urbana...( Desta região transmontana era originário o antigo reitor da Univ. de Coimbra, Prof. Dr. António Luis de Morais Sarmento. O Pro. Dr. Luis A. Duarte Santos escreveu um livro( Biotipologia Humana ) à memória do seu querido Mestre
Faiões é assim uma mistura de freguesia rural com freguesia urbana. Rural porque é rural e 1domina parte da veiga de Chaves, urbana porque dada a proximidade ao centro da cidade (cerca de 5 km) funciona também como freguesia dormitório de Chaves. Curiosamente e muito antes de conhecer a freguesia e povoação de Faiões, conheci o termo Faiões.
Como já várias vezes o disse neste blog, as minhas origens de nascença e adolescência estão na Casa Azul. Origens de nascença, porque ainda sou do tempo que se nascia em casa, ajudados a ver a luz do dia, no meu caso e segundo consta, pela Amélinha Parteira. Isto para ir de encontro a Faiões. É que desde tenra idade que me lembro dos “bandos” de estudantes que se deslocavam de bicicleta até à cidade para estudar, no então Liceu ou escola Industrial e Comercial (estou a falar dos anos 60 inícios de 70). Desde sempre que me lembro “deles” a passar na estrada, a “bicicletar” e quase sempre a falar e brincar entre eles, como recordo bem os colegas de Liceu naturais de Faiões, com destaque para um apelido, porque sonante, ficou registado na memória – A família dos Melões.
 
Faiões é também conhecida, desde que tenho memória, pela panificação, fabrico de pão e pela antiga moagem. Em miúdo esperava sempre pelo trigo de 4 cantos para o pequeno almoço, era assim que se chamava … é bom recordar, e Faiões está ligado às recordações que tenho na memória.
 
Mas continuando, como sabem o blog dedica os fins-de-semana às freguesias rurais. Não estava programado para hoje um post sobre Faiões, mas ontem recebi um mail em que anunciava um blog de Faiões. Juntei, como se costuma dizer, o útil ao agradável, e dedico o post de hoje a Faiões aproveitando para vos falar de um blog dedicado a Faiões. Click aqui e vá até lá. Um exemplo a seguir pelas outras freguesias para dar-mos a conhecer a nossa terra e o nosso concelho. Felicidades para o blog Faiões.
 
Agora a imagem de hoje. É a escola primária de Faiões. Diga-se que é um dos edifícios das escolas primárias que conheço mais bonitos, senão o mais bonito do concelho e de todos que conheço. Pouco sei da história do edifício (ainda) mas prometo vir de novo dizer mais qualquer coisinha a respeito dele.
ARQUEOLOGIA
Espectacular» hallazgo maya en la selva de Guatemala
Un mascarón maya datado entre los siglos 300 y 600 después de Cristo ha sido encontrado por investigadores valencianos en plena selva
Un equipo de investigadores de la Universidad Politécnica de Valencia y de la Universidad de Valencia han hallado, en plena selva guatemalteca, un mascarón maya datado entre los siglos 300 y 600 después de Cristo, que ha permanecido oculto durante siglos bajo la frondosa vegetación que cubre las ruinas arqueológicas de Chilonché, al norte de Guatemala.
 
Música Mariachi
Música viajera
  La tradición del mariachi en Costa Rica
El auge del cine mexicano en casi toda Hispanoamérica durante las décadas 1940 y 1950, difundió la música ranchera y a sus intérpretes. Así “viajaron” el charro cantor y el grupo que lo acompañaba casi siempre: el mariachi.
El gusto por ese género musical se extendió rápidamente, y en casi todos los países hispanoamericanos empezaron a formarse grupos de mariachi para llevar serenatas, ofrecer conciertos públicos y privados, amenizar fiestas y hasta conquistar a la mujer querida. Todo respondía a la manera que habían enseñado el cine y una creciente industria discográfica en México, aunque el mariachi fue asentándose como propio en varios de esos países.
Costa Rica no fue la excepción: desde los años 50 empezó a crecer el gusto por la música de mariachi y, por tanto, los esfuerzos por contar con agrupaciones autóctonas. Al menos así nos lo hace saber Luis Alberto Castro Torres en su libro La tradición del mariachi en Costa Rica.
Con estilo ameno y coloquial, don Luis Alberto nos narra las peripecias que lo llevaron, desde su temprana juventud, a proponerse la creación de un grupo de mariachi auténticamente costarricense.
Castro ya había adquirido conocimientos musicales en cuarteles militares y policiales, y aquello fue la mejor herramientas con la que contó para dirigir un grupo de mariachi.
Sus capítulos integran una especie de memorias, salpicadas de divertidas anécdotas.
Claro está, cuando aquellos hechos se produjeron, no debieron de parecerles graciosos a quienes los experimentaron, como las veces en las que debieron soportar las vejaciones de sus oyentes por el desconocimiento de la música que interpretaban o por la adaptación política que la palabra mariachi había sufrido en Costa Rica.
Numerosos son los relatos de situaciones que vivió el autor a la hora de buscar a los músicos idóneos para integrar al mariachi en formación. Destacan las veces en las que los miembros del mariachi fueron engañados por vivales, quienes los hacían tocar bajo la promesa de jugosos pagos, pero al final los dejaban con las manos vacías y sin la retribución merecida.
Es especialmente gracioso es el caso de la anciana que engañó a todo el grupo y hasta a un taxista, a saloneros y al dueño de un bar, con la promesa de que, al llegar a su casa, el marido se haría cargo de toda la deuda; el desenlace es fácil de imaginar: inexistencia de marido y falta del pago, y sentimientos de frustración.
Ahora, al recordarlo, el autor transmite nostalgia por esos tiempos difíciles que, no obstante, resultaron de mucho aprendizaje para convertirse después en un verdadero maestro de jóvenes generaciones de mariachis.
Don Luis Alberto nunca cejó en su empeño hasta que –con más fuerza de voluntad que recursos económicos– logró sus objetivos: la formación del primer grupo de mariachi de Costa Rica. Enseguida consiguió que su música fuese aceptada por un público nacional cada vez mayor.
Según lo narrado por el autor, su mariachi dio paso a la formación de otros mariachis y contribuyó a la popularización de varios cantantes de música ranchera en Costa Rica. Lo demuestra con una buena cantidad de material fotográfico y con una extensa lista de grupos de mariachis que han existido y existen en territorio costarricense.
Este ameno libro da pie para recordar que, en México, mariachi es el nombre del grupo, no de cada miembro de él; así, hay músicos de mariachi, no “músicos mariachis”.
También recordemos que los versos de los corridos mexicanos son octosílabos, por lo que continúan la tradición renacentista de los romances españoles.
La tradición del mariachi en Costa Rica contiene la vieja tesis, ya superada por historiadores de este género musical, del supuesto origen francés de la palabra mariachi ; pero esto es lo de menos: lo que importa es que constituye una importante y amena contribución a la historia de la música popular en Costa Rica, historia que crece semana a semana gracias a esfuerzos de personas como Luis Alberto Castro Torres.
 
O Chile governado pelos filhos do Sol
 
Con éxito se desarrolla la exposición que organiza el Museo Precolombino -que permanecerá abierta durante el verano- en torno a la presencia inka en Chile, la más importante muestra sobre ese periodo histórico realizada hasta hoy. Destacamos algunos puntos significativos del recorrido museístico.  

Pablo Espinosa 
Al comienzo de la exposición "Chile bajo el imperio de los inkas" hay un mapa de 10 metros de largo y 3 de ancho que muestra el actual territorio chileno que alguna vez perteneció a la cultura inka. Desde el valle de Lluta, en el norte, casi hasta llegar a Rancagua, es una zona que suma en total 1.800 kilómetros y ocho regiones del país. De entrada, esta exhibición del Museo Precolombino deja claro que estamos frente a un gran imperio andino y que su presencia en nuestro país fue amplia. Lo valioso es que este plano muestra detalladamente todos los lugares en que se han encontrado, entre otras cosas, asentamientos, lugares de adoración y cementerios inkas. El legado de esta cultura en nuestro país -se hace evidente- es hasta hoy perceptible.
Desde Cusco, la capital del imperio, los inkas realizaron un acelerado proceso de conquista. Comenzaron en el siglo XV y en poco más de una centuria anexaron territorios desde el sur de Colombia hasta Chile central. Un terreno que constaba de 5.000 kilómetros de tierra y 10 millones de habitantes.
José Berenguer, arqueólogo y uno de los curadores de esta exposición, explica el método de invasión usado por los inkas: "Primero hacían un ofrecimiento de alianza. Si aceptaban, bebían chicha y les regalaban tejidos a los jefes étnicos locales; si no, les prometían el arrasamiento total". Podían ser muy crueles en la guerra, pero en caso de lograr un acuerdo pacífico, los inkas -que se consideraban descendientes directos del sol- se mostraban tolerantes frente a las culturas locales.
"Si te fijas en los objetos -dice el museólogo José Pérez de Arce-, te das cuenta que la identidad de cada pueblo fue respetada. El imperio inka no impuso una cultura homogénea. Ésa fue la gran diferencia con los españoles". Lo que se produjo fue una hibridación entre las distintas comunidades. Esto se ve en el caso de vajillas de cerámica, como ollas y platos -exhibidas en el museo- que fueron encontrados en nuestro país y que imitan las formas cusqueñas pero están pintadas con diseños propios de cada zona.
La muestra incluye un salón didáctico empapelado de palabras inkas que aún usamos, como zapallo, cocaví y Palta.
El final de la culura inka fue en el siglo XVI. Su último emperador fue Atahualpa, quien murió a manos del español Francisco Pizarro. Aún hay objetos que reconstruyen la historia que nos unió a ese imperio.
Chile bajo el imperio de los Inkas
Museo Chileno de Arte Precolombino
Esta imagen muestra un modelo a escala de uno de los diseños arquitectónicos que utilizaban los inkas para construir en el territorio conquistado. La arqueóloga Carole Sinclaire, explica: "Refleja el alto grado de planificación que alcanzó a todo nivel este Estado andino. En los centros administrativos y tambos (lugar de albergue) del Camino Inka, la kancha era el elemento arquitectónico más común, compuesta de un gran recinto rectangular con varias habitaciones en su interior de techo a dos aguas y uno o más patios públicos centrales".
Antes de los españoles, existían unos 200 asentamientos inkaicos en Chile.
Vestimenta imperialEl unku fue la túnica más importante del vestuario y del arte textil inka. Su uso era un distintivo de identidad étnica, así como política y religiosa.hecho en tejido fino-denominado cumbiera una prenda utilizada por los gobernantes inkas, personeros importantes o pory el ejército.  inkaico esta palabra no está reconocida por la RAE, ni por el Panhispánico. Se trataba de una señal de prestigio en la sociedad.En los territorios que los inkas conquistaban, exigían que cada etnia sometida se identificara con distintas túnicas y mantas. Era obligatorio ocuparlas y prohibido intercambiarlas con otros pueblos.Se cree que para las batallas, los inkas ocupaban una prenda con un diseño ajedrezado (blanco y negro), como táctica militar. El fin era confundir al enemigo, al manipularlo visualmente.Los tejidos finos también se regalaban en caso de alianza, por ejemplo, o a un luchador destacado.Sudor solar
Uno de los principales motivos de la invasión inkaica a nuestro país -dicen los expertos- fue explotar las riquezas minerales.
Los inkas extrajeron oro, plata, cobre y turquesa en yacimientos como Collahuasi, El Abra, Chuquicamata y Marga Marga. Los instrumentos que utilizaban eran palas, cinceles, cestos y capachos de cuero (como el de la foto). Una vez que extraían los minerales se transportaban convertidos en lingotes metálicos.
Carole Sinclaire -curadora de esta exposición y arqueóloga-, explica el significado de ciertos metales: "Los inkas consideraban al oro y plata como el sol y la luna; esos astros fueron sus principales deidades, de los cuales descendían el propio Inka y su esposa, la Coya. El oro era el sudor del sol, la plata, las lágrimas de la luna; fueron metales sagrados y patrimonio exclusivo de la clase dirigente".
Contabilidad andina
Los quipus almacenaban información de interés para el Estado Inka. Los operaban funcionarios especializados -llamados quipucamayoc - que recorrían las provincias del imperio contabilizando el tributo laboral de la población a su cargo.
Lo que se contabilizaba era, por ejemplo, la producción ganadera y agrícola. La información se almacenaba en cada cordel y dependía del nudo y su posición.
Este quipu exhibido por el Museo Precolombino es uno de los más grandes y complejos conocidos hasta ahora. Proviene de Arica, del cementerio inkaico del valle de Lluta. Tiene 586 cuerdas y su valor numérico asciende a 15.024 unidades de rubros que permanecen aún desconocidos.
Se cree que este quipu registra el tributo que la población de la zona de Arica le rendía a los inkas.
Ritual agrícola
Este cántaro con forma de cabeza humana, llamado paccha , fue encontrado en un cementerio inka-diaguita, en lo que hoy es Ovalle. Se utilizaban en el culto agrícola. Lleno con agua o chicha de maíz, se vertía sobre la tierra para promover la fertilidad.
Se presume que este paccha fue parte de los regalos protocolares que los inkas entregaban a las autoridades diaguitas para consagrar una alianza política.
La exposición muestra varios objetos de cerámica encontrados en nuestro país de influencia inka. Los más comunes son ollas, platos y aríbalos, fuentes que servían para almacenar y transportar chicha de maíz, bebida que también era tomada en reuniones sociales.
Ofrenda en las alturas
Esta estatuilla fue hecha de concha de molusco. Es una réplica en miniatura de una mujer y está adornada con tejidos y ornamentos. Se cree que representa un sacrificio humano o que era entregada como ofrenda a las divinidades.
Los inkas construían plataformas ceremoniales (o adoratorios) en las cimas de los cerros más prominentes de los territorios que anexaban. Esta figura fue encontrada en Coquimbo, en la cumbre del Cerro las Tórtolas.
Hasta ahora se han hallado cerca de 200 adoratorios en los Andes, 40 de ellos en Chile.
Además de objetos, en algunos de estos lugares se han descubierto individuos. Los sacerdotes inkas, ocasionalmente, hacian sacrificios humanos en ceremonias llamadas copacochas.
 
Contactos:
*Correo: Luis de Jesús--Casa México
Rua Brig. Carvalho Simoes, 240
3060-091 Aljuriça-Cadima-Portugal
*Phone/FAX: 00531 231 429 114
*E-Mail: luiscatina@sapo.pt
*Blog: catina mundi
publicado por luiscatina às 18:27

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