Dezembro 08 2013

BOLETÍM CULTURAL

CATINA MUNDI

 

 

LA FINALIDAD DE ESTE BOLETÍN, BIEN DEFINIDA EN SU PROPIO TITULO ,

OBEDECE MÁS A UN SENTIMIENTO DE PATRIOTISMO CULTURAL QUE DE INTERÉS MATERIAL.

 

  Boletim de letras, ideias, diálogos e crítica

  Casa México-- Aljuriça  (Portugal)

   Casa de Mexico,  casa de la cultura, donde los libros son la verdadera Universidad.

  (O primeiro Boletim electrónico publicado na Freguesia de Cadima para o Mundo)

 

       

…Para las niñas y  niños de Portugal, México, Costa Rica,  Hispanoamérica e America Portugueza es esta publicación mensual…

                         

PUBLICAÇÃO  MENSAL, em  PORTUGUÊS e CASTELHANO,  QUE TEM  COMO  OBJECTIVO A PUBLICAÇÃO DE TRADUÇÕES DE TEXTOS DE AUTORES  PORTUGUESES, CASTELHANOS E LATINO-AMERICANOS, RESENHAS DE PUBLICAÇÕES RECENTES  E PASSADAS E NOTÍCIAS SOBRE EVENTOS CULTURAIS D’AQUÉM E D’ALÉM MAR.  (GANDRASMEXICOCOSTARICA.BLOGS.SAPO.PT)

Presentación

Boletín de periocidad mensual  aparece en septiembre de 2009  como fruto del amor por las letras luso-mexicanas. El objectivo essencial  de Casa  México  es coadyuvar  en la promoción y en la difusión de las literaturas clásica y contemporânea.

 

 

Catina Mundi recorda Matilde Rosa Araújo, a escritora que revestiu as páginas dos seus livros com perfume de rosas silvestres para as crianças dos quatro cantos do mundo.(1921-2010 )

Nunca e tarde para prestar homenagem  a quatro ilustres  e talentosas figuras do nosso Pais  que deixaram marcas no Mexico.  São elas: Joao RodriguesCabrilho ou Juan Rodriguez  Cabrillo, Beatriz Costa, Fidelino de Souza Figueiredo e Joaquim de Carvalho Montezuma.

 

 

 Feliz Navidad -- Felices Pascoas

Merry Chrismas

Joyeux Noël

 

 

Citações de Nelson Mandela

 

Nelson Mandela

Nelson MandelaÁfrica do Sul
1918 // 2013Estadista, Nobel da Paz
Citações
"Uma boa cabeça e um bom coração são sempre uma combinação formidável."Tema - Coração
"Depois de termos conseguido subir a uma grande montanha, só descobrimos que existem ainda mais grandes montanhas para subir."Tema - Desafio
"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo."Tema - Mudança
"Ser pela liberdade não é apenas tirar as correntes de alguém, mas viver de forma que respeite e melhore a liberdade dos outros."Tema - Liberdade
"Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo."Tema - Medo
"Se falares a um homem numa linguagem que ele compreenda, a tua mensagem entra na sua cabeça. Se lhe falares na sua própria linguagem, a tua mensagem entra-lhe directamente no coração."Tema - Comunicação
"Se tu queres fazer as pazes com o teu inimigo, tens que trabalhar com o teu inimigo. E então ele torna-se o teu parceiro."Tema - Inimigo
"Tudo parece impossível até que seja feito."Tema - Desafio
"É melhor liderar a partir da rectaguarda e colocar outros à frente, especialmente quando estamos a celebrar uma vitória por algo de muito bom que aconteceu. Mas deves tomar a linha da frente quando há perigo. Desta forma as pessoas irão apreciar a tua liderança."Tema - Liderança
"O dinheiro não cria o sucesso, mas sim a liberdade de criar o sucesso."

Nelson Mandela: por trás do grande homem, houve três grandes mulheres

Nelson Mandela: vida social e política intensa, mesclada com vida pessoal rica e turbulenta Foto: Juda Ngwenya / ReutersNelson Mandela: vida social e política intensa, mesclada com vida pessoal rica e turbulentaFoto: Juda Ngwenya / Reuters
  • Viviane VazDireto de Bruxelas

 

O homem que buscou paz e o fim da segregação racial na África do Sul e no mundo também buscou amor. Encantador na vida política e na pessoal, Nelson Mandela foi casado três vezes. Para o advogado e ativista político, ficar longe e sem notícias da família, era ficar “seco como um deserto” (confira carta no fim desta página). Mas, ao mesmo tempo, os dois primeiros casamentos não sobreviveram aos desafios da liderança de Mandela contra o apartheid.

 

Sua primeira luta política - e sentimental - começou com a fuga de um casamento arranjado. O regente de seu clã em Transkei, no sudeste da África do Sul, arrumou-lhe uma esposa para casá-lo aos 22 anos. “Sem dúvida minha futura mulher tem tanta vontade de se livrar de mim, quanto eu dela”, lembra Mandela na autobiografia, "Longa Caminhada até a Liberdade".

 

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O primeiro amor
Junto com o amigo, Justice, Mandela foge para Johannesburgo sonhando com a emancipação. Na capital da África do Sul, como estagiário de advocacia de Walter Sisulu, Mandela descobre sua vocação política e o primeiro amor. Na casa do chefe e mentor, o jovem Mandela conhece a enfermeira Evelyn Mase. “Uma menina bonita e tranquila que veio do campo”, recorda Mandela.

 

Eles se casaram em 1944 e tiveram dois filhos, Thembi e Makgatho, e duas filhas, Makaziwe e Pumla. Ao biógrafo Anthony Sampson, Evelyn lembra que o casal vivia com pouco dinheiro nos primeiros anos e não pagavam aluguel para sua irmã, mas mesmo assim eram felizes. “Todo mundo que nos via dizia que nós fazíamos um casal muito bonito”, recordou Evelyn.

 

Mas o casal não conseguiu conciliar as maneiras de ver religião e política. Absorvido pela militância, Mandela começava a ser tornar um líder do Congresso Nacional Africano (ANC em inglês), movimento contra a opressão dos negros sul-africanos. Convertida em testemunha de Jeová depois de perder a primeira filha, Evelyn se voltou cada vez mais à igreja.

 

“Quando eu lhe dizia que estava servindo à nação, ela respondia que servir a Deus estava acima disso. Um homem e uma mulher com visões tão diferentes sobre seus papéis na vida não podem continuar juntos”, escreve Mandela. A união se desfez em 1957. Somente anos após o divórcio, com a eleição de Mandela para presidente em 1994, Evelyn afirma que a força do ex-marido vinha para a “obra de Deus”.

 

Mandela e Graça Machel, durante cerimônia em escola em Toronto Foto: AP
Mandela e Graça Machel, durante cerimônia em escola em TorontoFoto: AP

 

Winnie
Advogado bem sucedido e divorciado, Mandela andava em carro americano importado quando avistou a assistente social Winnie Nomzamo em um ponto de ônibus. “Não sei se algo como o amor pode nascer à primeira vista, mas sei muito bem que no momento em que vi Winnie Nomzamo, eu queria tê-la como mulher”, escreve Mandela na autobiografia.

 

Eles se casam em 1958. Winnie contou em em seu livro de memórias que Mandela nunca lhe propôs casamento. “Um dia Nelson parou o carro no acostamento da estrada e disse: 'Sabe, tem uma mulher que é costureira, você tem que ir vê-la, ela vai fazer seu vestido de noiva. Quantas madrinhas você quer ter?'”, recorda. Segundo ela, ele não foi arrogante, foi apenas algo que ele estava certo e decidido. “Eu só respondi: a que horas?”, completa.

 

As duas filhas do casal - Zenani e Zinzi - nascem nos primeiros dois anos de convivência, em meio à luta política, detenções e processos impostos pelo sistema de apartheid. Em sua autobiografia, Winnie também reclama da falta de tempo com Mandela. “Nunca houve este tipo de vida que você pensa como vida em família, uma jovem esposa que senta com seu marido. Você simplesmente não podia separar Nelson de seu povo: a luta, a nação vinha primeiro”, descreve Winnie.

 

Nem uma vez, desde que voltei da prisão, Winnie entrou em nosso quarto quando eu estava acordado... Fui o homem mais solitário no período em que fiquei com ela.

Nelson MandelaSobre Winnie, diante da corte de divórcio, em 1995

 

Em 38 anos de união oficial, Winnie e Mandela conviveram por apenas cinco anos. O líder da ANC foi detido em 1962 e passou 27 anos preso. Diante da corte de divórcio, em 1995, Mandela revelou a solidão dentro do matrimônio. “Nem uma vez, desde que voltei da prisão, Winnie entrou em nosso quarto quando eu estava acordado... Fui o homem mais solitário no período em que fiquei com ela”.

 

Winnie também foi detida e torturada inúmeras vezes durante o regime do apartheid. Hoje ela é reconhecida na África do Sul por ter continuado a militância de Mandela enquanto ele esteve preso, mas também foi acusada por envolvimento em métodos violentos durante o período de resistência.

 

No aniversário de libertação de Mandela, ela o recordou como um homem adorável, trabalhador árduo, comprometido com a luta pela liberdade. “E não era um anjo, assim como a maioria dos seres humanos. Ele nunca clamou ser um santo”.

 

Mandela e Winnie Madikizela-Mandela, após a saída do líder da prisão, na Cidade do Cabo Foto: AP
Mandela e Winnie Madikizela-Mandela, após a saída do líder da prisão, na Cidade do CaboFoto: AP

Após a prisão
Em 1990, depois de ser libertado, Mandela reencontrou Maputo Graça Machel, viúva do presidente moçambicano Samora Michel. Desta vez, o amor não acontece à primeira vista. É pouco a pouco que ele se vê enamorado de uma mulher 27 anos mais jovem.

 

Aos 78 anos, Mandela revela à imprensa “o maravilhoso sentimento de estar apaixonado”, algo em que não acreditava ser ainda possível. Assim como as primeiras mulheres, Graça admite que Mandela podia ser “muito impaciente e teimoso”, “um símbolo, mas não um santo”.

 

Eles se casam no aniversário de 80 anos de Mandela. “Ele é capaz de amar muito profundamente, mas tenta controlar isso muito bem em suas aparições públicas”, revelou Graça ao biógrafo Sampson. “Na vida privada ele se permite ser humano. Ele gosta que as pessoas saibam que ele é feliz”.

 

Ao deixar a presidência em 1999, Mandela decidiu morar com Graça em seu pequeno vilarejo ancestral de Qunu, e criaram uma fundação em defesa dos direitos humanos. Mas continou a influenciar a política nacional e mundial até o último suspiro.

 

“Queria muito me aposentar e descansar e passar mais tempo com meus filhos, meus netos e claro, com minha esposa. Mas os problemas são tais que ninguém consciente de que pode usar alguma influência para trazer paz... fica difícil dizer não”, disse em 2002. Dois anos depois, prometeu que “se aposentava da aposentadoria” para ficar com a família e amigos.

Vasco Núñez de Balboa (1475-1519)


Navegante y conquistador español, descubridor del océano Pacífico. Nació en la villa extremeña de Jerez de los Caballeros (provincia de Badajoz). Se embarcó en el año 1500 para el Nuevo Mundo en la expedición de Rodrigo de Bastidas, con quien exploró las costas caribeñas desde el cabo de la Vela, en la península de la Guajira, hasta el golfo del Darién. A su regreso en 1502 pasó por Jamaica y se estableció en La Española, en la villa de Salvatierra, donde vivió varios años sin obtener éxito económico alguno y se cargó de deudas. En 1510 se embarcó como polizón en uno de los barcos de la expedición que Martín Fernández de Enciso se proponía hacer llegar con auxilios a su socioAlonso de Ojeda, en Nueva Andalucía, en la costa colombiana de Urabá. A su llegada, Enciso, a propuesta de Balboa, trasladó el emplazamiento a Darién, en la costa panameña. Aquí fundaron en 1510 el primer asentamiento estable que perduró en América, el municipio de Santa María la Antigua del Darién, en el que los colonos depusieron a Enciso y eligieron un cabildo. Diego de Nicuesa, gobernador de Veragua, futura Castilla del Oro, consideró el asentamiento una intromisión en su territorio y decidió castigar a los colonizadores. Balboa lo derrotó y, con ello, no sólo supo ganarse las simpatías de los colonos sino que además consiguió que, en diciembre del mismo año, el virrey Diego Colón, máxima autoridad en América, le nombrase lugarteniente suyo en el Darién. El rey, por su parte, le nombró el 23 de diciembre de 1511 capitán y gobernador interino del Darién.

Llegada al Pacífico:
En sus campañas de conquista de nuevas tierras y de alianzas o sometimiento de los indígenas, Balboa tuvo noticias de la existencia hacia el sur de un gran mar y de tierras donde abundaba eloro; quizá se referían al Imperio inca del Perú. A raíz de tales noticias, Núñez de Balboa organizó una expedición con 190 españoles (entre los que se encontraba Francisco Pizarro) y 800 indios que atravesó por primera vez el istmo de Panamá. El 25 de septiembre de 1513 avistó el ansiado mar, al que llamó mar del Sur debido a la dirección seguida por la expedición desde el punto de partida, pero que más tarde fue llamado océano Pacífico por la expedición de Fernando de Magallanes (1520), a causa de los suaves vientos alisios que en él soplaban. Luego de tomar posesión del mar en nombre de España, Balboa y sus hombres regresaron a Darién en enero de 1514.

Meses más tarde llegó Pedrarias Dávila desde España a Santa María la Antigua del Darién, nombrado por el rey gobernador del Darién y acompañado de Enciso. Desde el primer momento, las relaciones entre Pedrarias y Balboa no fueron muy cordiales. Por otro lado, a Balboa se le nombró el 23 de septiembre de 1514, aunque subordinado a Castilla del Oro, adelantado de la mar del Sur y gobernador de Panamá y Coiba, lo que no fue bien recibido por Pedrarias Dávila, de quien Balboa era su subordinado. Este fue un motivo más de fricción en las difíciles relaciones que ambos mantenían. Entre 1517 y 1518, Balboa exploró el golfo de San Miguel. Tras la repoblación de la ciudad abandonada de Acla, Balboa se propuso continuar las exploraciones por el mar del Sur. La construcción de unos barcos por parte de Balboa y el anuncio de la llegada de un nuevo gobernador en sustitución del anciano Pedrarias Dávila, hicieron que éste temiera que Balboa testificase en su contra y lo mandó detener. Acusado de traidor, rebelde y autor de abusos, así como de la muerte del gobernador Nicuesa, Núñez de Balboa fue juzgado, sentenciado y decapitado el 12 de enero de 1519 en Acla (Darién).


BastidasEl descubrimiento del Pacífico. Por Ch.F.Lummis:
Nació Balboa en la provincia de Extremadura, en 1475. Embarcóse, con Bastidas, con rumbo al Nuevo Mundo en 1501, y entonces vio Darién; pero se estableció en la isla Española. Nueve años después se trasladó con Enciso a Darién, y allí permaneció. La vida en el Nuevo Mundo era entonces muy turbulenta, y los primeros años de la de Balboa fueron muy movidos; pero tenemos que pasarlos por alto. Pronto hubo disturbios en la colonia de Darién. Enciso fue depuesto y llevado a España como prisionero, y Balboa tomó el mando. A su llegada a España, Enciso echó toda la culpa a Balboa, y consiguió que el rey condenara a éste por el delito de alta traición. Al saber esto, determinó Balboa dar un golpe maestro cuya resonancia le granjease de nuevo el favor del rey. Había oído a los indígenas hablar de otro Océano y del Perú -los que no habían visto todavía ojos europeos-, y se hizo el propósito de hallarlos. En septiembre de 1513 se embarcó para Coyba con ciento noventa hombres, y desde aquel punto, con sólo noventa que le siguieron, atravesó a pie el istmo hasta llegar al Pacífico, realizando uno de los viajes más horribles que pueda imaginarse, por su longitud.

Balboa toma posesión del Pacífico (1513)Fue el 26 de septiembre de 1513 el día en que, desde la cima de una sierra, los harapientos y ensangrentados héroes contemplaron la inmensidad azul del Mar del Sur, que no se llamó Pacífico hasta mucho tiempo después. Bajaron a la costa, y Balboa, vadeando el nuevo Océano hasta la rodilla -blandiendo en alto su espada con la mano derecha, y con la izquierda el invicto pendón de Castilla-, tomó posesión solemne de aquel mar en nombre del rey de España. Los exploradores regresaron a Darién el 18 de enero de 1514, y Balboa envió a España una relación de su gran descubrimiento. Pero Pedro Arias de Avila había ya salido de la madre patria para sustituirle. Al fin la nueva de la proeza de Balboa llegó a conocimiento del rey, el cual le perdonó y le nombró Adelantado; y algún tiempo después casó el descubridor con la hija de Pedro Arias. Siempre con grandes planes, Balboa condujo el material necesario a través del istmo con muchísimo trabajo, y en las playas del azul Pacífico construyó dos bergantines, que fueron los primeros buques que se hicieron en las Américas. Con éstos tomó posesión de las islas de las Perlas, y después salió en busca del Perú; pero tuvo que retroceder por la fuerza de lastormentas, que pusieron un fin desastroso a su empresa. Su suegro, celoso del brillante porvenir de Balboa, le llamó a Darién, engañándolo con un mensaje traicionero; y le prendió y lo hizo ejecutar en público el año 1517, acusándole falsamente de alta traición. Tenía Balboa todo el temple de un gran explorador, y, a no ser por la infame acción de Avila, es probable que hubiese alcanzado más altos honores. Su valor era pura audacia, y su energía incansable; pero fue imprudente y descuidado en su actitud con respecto a la corona.(Ch.F.Lummis)


Francisco de Xerez (1495-):
Nacido en Sevilla, en 1514 llegó al Darién con la expedición de Pedrarias. Permaneció en Castilla del Oro durante la siguiente década. Participó junto con Vasco Nuñez de Balboa, Gaspar de Espinosa y otros capitanes en las exploraciones que se realizaron por el interior del istmo. Fue uno de los pobladores de Acla, donde ejerció las funciones de escribano público del Cabildo. Participó en la conquista del Perú desde el primer intento fallido realizado por Francisco Pizarro, Diego de Almagro y Hernando de Luque, en 1524. Entre 1528 y 1530, residió en Natá donde ejerció como de escribano al servicio del gobernador Pedro de los Ríos. Este último año, al regresar Francisco Pizarro de entrevistarse con el Emperador en Toledo, Francisco de Xerez se enroló una vez más en las huestes pizarristas que conquistaron el imperio inca. Gracias a sus servicios Pizarro lo nombró su Secretario en Cajamarca y recibió una suculenta cantidad de orodel rescate de Atahualpa. Con una pierna fracturada regresó a Sevilla en junio de 1534. Un mes más tarde, apareció publicada su obra Verdadera Relación de la conquista del Perú. Radicado en Sevilla se dedicó a comerciar con Tierra Firme y se transformó en un próspero mercader. Hacia 1549 sus negocios tuvieron serios problemas y adoptó el nombre de Francisco López de Xerez. A partir de entonces, se le pierde la pista, aunque algunos autores indican que empobrecido regresó al Perú en compañía de su familia donde murió.

 Fonte:http://www.mgar.net/exp/balboa.htm

publicado por luiscatina às 13:11

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