Abril 12 2009

                                Charreria Mexicana

 Seccion #1
LA CHARRERIA:
En el campo se forjo y se escribio su historia.

La CHARRERIA es una de las tradiciones Mexicanas mas genuinas por su originalidad, arrojo, gallardia, colorido y alegria.
Actualmente es un deporte desde 1921, un espectaculo artistico y una fiesta popular que representa el ambiente propio del mexicano.
La Charreria es tambien parte de la cultura nacional; en ella destacan el charro, el caballo y los enseres que representan lo esencial de esta tradicion.
La Charreria se fue gestando en el campo, con las arduas faenas de la domesticacion y el aprovechamento del ganado; es decir, se desarolo con la ganaderia, que requeria trabajos propios del oficio.
El 4 de junio se fundo la Asociacion Nacional decana de las Asociaciones Charras del pais, hoy todas ellas afiliadas a la Federacion Mexicana de Charreria, A.C. de donde emanan las decisiones mas importantes para este deporte, llamado con justicia el "Deporte Nacional" asi como tambien el reglamento general de competencias.
Esta federacion se constituyo el 16 de Diciembre de 1933 con el nombre de Federacion Nacional de Charros concurriendo a la Fundacion 43 asociaciones charras.
En la actualidad la Federacion de Charros cuenta con mas de 650 asociaciones que militan bajo un mismo estatuto y bajo un consejo directivo central.

                         MONTA DE TOUROS NA COSTA RICA

 

   Portugal,Espanha,México,Colômbia,Equador,Perú-e ainda a França-são os únicos países no mundo que aceitam as corridas de touros de morte.Na Costa Rica  as tradicionais corridas de touros à portugueza são proíbidas,nunca existiram.Os costarriquenhos acham-nas bárbaras e sanguinárias.Como complemento, existem as populares montadas de touros(desporto típico da Província de Guanacaste) muito parecidas aos "rodeios"que consistem na exibição de certos exercícios em que jinetes(cavaleiros) e amazonas demonstram a sua destreza campina.Os rodeios popularizaram-se no Estado de Rio Grande do Sul-Brasil nos anos 80.As novelas televisivas "made in Brazil "estão dando a conhecer a todo o mundo todo o negócio e "suspense" da nove era de rodeios no Norte do Brazil.No Estado do Rio Grande do Sul(Brasil),Província de  Rio de Plata(Argentina) vivem os Gaúchos,habitantes rurais que nos séculos XVIII e XIX ocuparam grandes extensões de terras virgens.Os Gaúchos,igual que os campinos do nosso Ribatejo,usam o cavalo potranco-cimarrão para caçar e cuidar das manadas de gado bovino e cavalar.

publicado por luiscatina às 16:51

Abril 12 2009

Mero palpite altera História de Portugal (IX)
Carta Aberta ao Presidente da República
Barroso da Fonte
 
Senhor Presidente:
A sua eleição para o alto cargo que ocupa constituiu para mim, simples eleitor, uma das maiores alegrias desde o 25 de Abril de 1974. Como jornalista nunca escrevi uma linha que fosse a seu respeito, com receio de lhe retirar votos.


Antevia que não precisasse desse apoio. Nascemos no mesmo ano. Ambos fomos alferes milicianos, o Senhor em Moçambique, eu em Angola. Ambos começámos a trabalhar em crianças, o Senhor em Boliqueime, no Algarve, a ajudar o seu Pai na venda de gasolina e nos campos. Eu, como pastor da vezeira, no extremo Norte de Portugal. Mais tarde, era V. Excelência Primeiro-ministro e eu simples estudioso da biografia de Cabrilho, descobridor da Califórnia. Foi na primeira visita que fez a Montalegre para inaugurar a estátua desse Barrosão que enriquece a História de Portugal; e teve a paciência de ouvir-me, em pleno sol de Junho, acerca do trajecto desse aventureiro que deu «novos mundos ao mundo», ao serviço de Espanha. A Câmara convidara-me para ser o orador oficial da cerimónia e, como não se preveniu contra o sol, suportámos todos esse mês de inferno que o ditado Barrosão consagrou no Seringador climático: nove meses de Inverno e três de inferno.
Depois desta apresentação quero dizer-lhe, Senhor Presidente da República, que ao aceitar, de imediato, no mesmo dia em que foi convidado, para vir a Guimarães dia 24 de Junho, presidir às Cerimónias dos 900 anos do nascimento de Afonso Henriques, oficializou uma verdadeira «fraude histórica». Como o comunicado da Lusa foi divulgado às 18h36 do dia 1 de Abril, ainda pensei que «fosse a peta» da data. Infelizmente não foi e, talvez por ser mal aconselhado pelos seus colaboradores para a cultura, perpetrou um erro histórico que manchará a sua passagem pelo mais alto cargo da Nação Portuguesa que Afonso Henriques traçou a golpes de espada.
Na série de apontamentos que tenho vindo a publicar na imprensa regional, com o antetítulo em epígrafe, já eu previa essa rasteira em que ia tropeçar, para desgraça de um dos países mais velhos da Europa e da própria Lusofonia que Fernando Pessoa tratou como sinónima da «Pátria Portuguesa».
Eu sei, Senhor Presidente, que Portugal vai de mal a pior e que os Portugueses de hoje já suspiram pelos heróis de ontem. Certamente tem outros problemas, igualmente, graves para resolver. E, aceito que tenho anuído, prontamente, pensando que esse acto era consensual. Puro engano! O convite levava «água no bico». E, talvez inadvertidamente, cometeu um erro grave que já não poderá corrigir. Se ainda ninguém lho explicou, vou tentar explicar-lhe em poucas palavras:
Primeiro: Portugal nasceu na Batalha de S. Mamede, em 24 de Junho de 1128, embora só em 1179, a Santa Sé tenha reconhecido a sua independência. Quem travou essa batalha foi Afonso Henriques, filho de D. Teresa e do Conde D. Henrique, titulares do Condado Portucalense que o pai da noiva lhes doou, como dote de casamento, possivelmente em 1096. D. Teresa teria nessa altura cerca de 5 anos. Os condes decidiram fixar residência na Torre de Menagem, no Castelo de Guimarães. Ainda recentemente foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal, sendo conhecido pelo «Castelo da Fundação». E também, recentemente, Afonso Henriques foi eleito como o maior Português de todos os tempos. Inicialmente o Condado Portucalense era delimitado pelo Rio Minho e pelo Rio Douro. D. Teresa só teria idade núbil por volta de 1110 ou 1111. Mas nunca nenhum historiador negou que os Pais do nosso Primeiro Rei tenham fixado residência em Guimarães. Sabe-se que tiveram 3 filhos, um dos quais foi Afonso Henriques. Era a partir de Guimarães que o Conde D. Henrique e sua Mulher D. Teresa geriam os destinos do Condado. Como V. Excelência gere hoje o seu mandato a partir de Belém. Só os cavalos deram lugar aos automóveis e aviões. Em tudo o mais era ontem, como é hoje.
Segundo nunca, até hoje, alguém negou que Afonso Henriques tivesse sido baptizado na Capela de S. Miguel, junto castelo (onde terá nascido).
Terceiro: Em quase nove séculos de História nunca foi encontrada qualquer certidão de nascimento ou de baptismo, pelo que perdura a tradição de que A. Henriques nasceu em Guimarães, em 1111, data que consta na Crónica dos Godos, o mais antigo documento que se conhece.
Quarto: em 1911 Guimarães celebrou, com pompa e circunstância, os 800 anos do nascimento do Rei Fundador. Há relatos e cartazes indesmentíveis.
Quinto: No chão do Largo do Toural, em pleno centro de Guimarães, quando transferiram a Estátua de Afonso Henriques para junto do Castelo, cravaram nesses alicerces as datas em romano: MCXI – MCLXXXV (1111-1185).
Sexto: em 1990 um historiador interpretou, erradamente, a data: «MCXv» que consta do Livro Preto, fls.28 v-29, como sendo «Agosto de 1109». E a partir desta inverdade construiu a chamada «tese» de Viseu que levou a Câmara daquela cidade e a de Guimarães, por arrastamento, a anteciparem em dois anos o nono centenário.
Sétimo: enquanto a Comunidade Científica não demonstrar a autenticidade dessa teoria é a tradição que manda. E a tradição, em Portugal, como em qualquer parte do mundo «ainda é o que era».
Senhor Presidente:
Se V. Excelência vier a Guimarães proclamar o 24 de Junho como Dia Um de Portugal faz bem. Se vier confirmar a fraude histórica acima descrita, cometerá um erro que os verdadeiros Portugueses nunca lhe perdoarão.
Respeitosamente

publicado por luiscatina às 16:21

Abril 12 2009

LA REVOLUCION MEXICANA

 
Por: Ramón Talavera Franco
 
El 20 de noviembre de 1910 inició la Revolución Mexicana. Cien años antes, los mexicanos emprendieron una lucha revolucionaria en contra del imperialismo español, que los llevó a construir una nación. Pero cien años después, esta nación ya no era gobernada por monarcas extranjeros como en aquel entonces, sino por un dictador: Porfirio Díaz.
 
Durante los más de 30 años que el General Díaz se mantuvo en el poder, los ciudadanos no pudieron elegir gobernante y debido a que un pequeño grupo de personas acapararon el poder, la desigualdad social se hizo evidente: el rico era más rico, viviendo en palacetes al estilo europeo, y los pobres eran más pobres, intentando al menos “sobrevivir” en pequeños jacales. Pero también inició otra capa social antes desconocida: la clase media, gracias a la cual, los empresarios sumaban sus riquezas.
 
Este era el ambiente que se vivía en el país a principios de 1900 y un nombre comenzó a sonar en la vida política de México: Francisco I. Madero quien, fundó el Club Democrático Benito Juárez y posteriormente creó una red de intercomunicación entre los círculos opositores al régimen porfirista. Para 1908 publicó su obra: “La sucesión presidencial en 1910” en donde plasmó un estudio de la dictadura militar y planteó la necesidad de crear un partido independiente que lograra la efectividad del sufragio y el triunfo del principio antirreeleccionista, con el cual se combatiría la dictadura de Porfirio Díaz.
 
El presidente Díaz, por su parte, pensaba que el pueblo de México ya estaba listo para comenzar a vivir un gobierno democrático, pero para llegar a él, había que crear diversos partidos políticos que contendieran. Así, permitió que se crearan partidos y se postularan candidatos para finalmente votar por un nuevo presidente. Madero aprovechó esta nueva posición de Díaz y fue postulado como presidente del partido que fundó.
 
Pero poco antes de las elecciones de 1910, Madero fue encarcelado en Monterrey y posteriormente trasladado a San Luis Potosí, siendo acusado de haber pronunciado un discurso en el que injuriaba al Presidente. Con Madero fuera del escenario, Porfirio Díaz – a través de un fraude electoral – es reelecto presidente de México y hasta ese momento, Madero es puesto en libertad a condición de que abandonara la ciudad. Decide ir hacia San Antonio, Texas, cruzando por Laredo, y ahí lanza el manifiesto conocido como Plan de San Luis Potosí con el que denuncia el fraude electoral de junio, desconoce los poderes constituidos, y en su artículo 7, incita al pueblo a tomar las armas para derrocar la dictadura: “el día 20 de noviembre desde las seis de la tarde en adelante, todos los ciudadanos de la república tomarán las armas para arrojar del poder a las autoridades que actualmente gobiernan. Los pueblos que estén retirados de las vías de comunicación lo harán la víspera”. Y este plan que subrayaba el principio de: “sufragio efectivo, no reelección” fue el acicate para que la Revolución diera inicio.
 
El primer brote sangriento se dio el 18 de noviembre cuando Aquiles Serdán, uno de los más puros revolucionarios, fue asesinado en su casa. Posteriormente inició la lucha armada en Chihuahua, donde el ejercito de Díaz fue derrotado. Francisco Villa, se levantó en el Sur y prontamente la revolución se extendió a otras ciudades del país.
 
Dándose cuenta de su inminente derrota, Díaz decide entrar en negociaciones, pero al no poder sacar provechó de ellas, decide renunciar y viajar a Francia abandonando definitivamente el país.
 
Después de seis meses de lucha, la revolución maderista había triunfado. Madero, apoyándose en los tratados de Ciudad Juárez, negoció el poder colocando en el gobierno interino a varios de sus hombres y formalizó las próximas elecciones para 1911. Como Madero, no deseaba llegar al poder de manera ilegitima, decidió que Francisco León de la Barra fuera nombrado presidente interino, pero desafortunadamente este interinato sólo provocó discordias entre los revolucionarios.
 
Así, con un partido resquebrajado, Madero asumió el poder. Las discordancias revolucionarias comenzaron a enfatizarse y a escasos veinte días de haber tomado la presidencia, Zapata se levantó en su contra arguyendo que el primer punto a resolver eran las carencias de tierra. “Tierra y Libertad” – grito Zapata - y “tierra y Libertad” - coreó el pueblo.
 
Como para Madero, el verdadero camino de la revolución era la ley y sólo mediante ella deberían encontrar soluciones a los verdaderos problemas nacionales, exigió que se depusieran las armas y Zapata se sintió traicionado.
 
 La situación nacional se hizo más compleja. Se empezó a vivir un clima de inseguridad que preocupó a los dueños del poder económico para quienes la paz y la seguridad eran condiciones esenciales para su prosperidad. La legalidad y el deseo de acuerdo del presidente Madero se confundieron con fragilidad y temor por lo que los empresarios decidieron que si Madero no podía ordenar al país, entonces se necesitaba de una acción enérgica contra su gobierno. Y comenzaron a fraguar un plan para derrocarlo.
 
Fue entonces cuando apareció en escena Victoriano Huerta, quien comenzó a jugar un doble juego: engañaba al presidente a quien supuestamente defendía y a los rebeldes con los que supuestamente negociaba, pero en realidad era partidario de derrocar a Madero en complicidad con los representantes de los intereses extranjeros. Así, en enero de 1913, inició la llamada “decena trágica” es decir, diez días de guerra en la ciudad de México que terminaron por derrocar al presidente. El 22 de Febrero de 1913, Francisco I. Madero fue asesinado por la espalda, aplicándosele la “ley fuga” mientras era trasladado a la penitenciaría de Lecumberri.
 
Después de estos acontecimientos, Huerta fue nombrado presidente, pero debido a que era conocida la forma en que llegó al poder, y a que estaba ligado a los intereses de Estados Unidos, no pudo crear una imagen pública positiva y su ascensión a la silla presidencial provocó la unificación de los revolucionarios en su contra. Por ello, Huerta se ve forzado a abandonar el poder en 1914.
 
Por esas fechas, Venustiano Carranza se levantó en armas en Coahuila y los revolucionarios lo tomaron como caudillo con el objetivo de restaurar el orden constitucional. Por ello, Carranza se empeñó en consolidar un gobierno que hiciera posibles las transformaciones sociales y económicas del momento histórico que el país vivía y en un corto lapso, logró aumentar su prestigio y poder. Trató de lograr la unidad revolucionaria, de fortalecer la imagen de su gobierno en el extranjero y de acabar con los brotes de insurrección.
 
Sin embargo no se pudo dar una organización nacional rápida, por lo que decidió poner orden por el terreno de las armas a unos y por el de las ideas a otros, provocando una nueva era de violencia.
 
Al mismo tiempo, la fraternidad de los hombres de armas y de caudillos dejó de funcionar. Villa ya era enemigo de Obregón y Zapata de Venustiano Carranza.
 
Para 1917 se promulgó la Constitución en la ciudad de Querétaro y el presidente Carranza se convirtió en el primero en gobernar bajo un régimen constitucional. Para 1919, es asesinado Zapata y en ese mismo año se promulgó el plan de Agua Prieta que proclamaba que la soberanía radicaba en el pueblo. Los revolucionarios volvieron a chocar entre sí y Carranza fue asesinado.
 
Para 1920, es decir, diez años después de iniciada la revolución, Madero, Zapata y Carranza, ya habían muerto, pero su legado, trabajado ahora por los nuevos caudillos revolucionarios estaba próximo a marcar el final de la revolución.
 
El General Álvaro Obregón es quien comenzó la etapa final. Con gran prestigio y poder, trabajó afanosamente en otorgar derechos a obreros y campesinos, para hacer crecer su base popular de apoyo y para asentar las bases de un esquema político diferente.
 
En 1924 ocupó la presidencia Plutarco Elías Calles y es con él con quien el nuevo esquema político tomó forma definitiva.
 
Estos fueron los caudillos de la revolución y estos fueron sus logros. Por eso, el 20 de noviembre es una fecha que siempre estará presente en el corazón de todos los mexicanos, recordada como el inicio de la “Revolución Mexicana”.
                                         

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publicado por luiscatina às 16:19

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